segunda-feira, 21 de abril de 2008

História da Semana:"A Cadeira Musical". António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou

Era uma cadeira que sabia música. Uma pessoa
sentava-se nela e a cadeira começava a tocar.
– É uma cadeira caixinha de música. Tem molas
especiais que fazem "clique", quando uma pessoa se senta na cadeira e, então, a caixinha de música começa a tocar –explicava quem sabia destes mecanismos de cadeiras musicais.
Talvez fosse, realmente, assim. O certo é que, um dia, a cadeira se avariou. Deixou de tocar música. Passou a ser uma cadeira banal, igual a milhões de outras que não tocam.
– Deve estar com as molas gastas – disse a velha e gorda senhora, dona da cadeira. – Vou mandar arranjá-la.
Mas na oficina das cadeiras desenganaram-na:
– Já não há quem (...)


segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bibilioteca Digital- Pesquisa por Conteúdo ou por Nome do Autor

Agora podes ter acesso a obras de diversos autores online.

Biblioteca com 212 obras para ler e disponínel online !!! ...








Boa leitura!...

É só clicar no título para ler ou imprimir:

A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Mercador de Veneza -William Shakespeare




História da Semana: "As mazonas da Gata Borralheira". António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou


Não sei se foram convidados para o casamento da Gata Borralheira com o Príncipe, o tal que andou com um sapatinho na mão, à procura de pé que lhe servisse.
Esta história já conhecem bem. Eu, que até estive no casamento, não vou, agora, contá-la, porque não adiantava nada ao que já sabem.
Em contrapartida, posso contar o que aconteceu às duas mazonas, de cabeleiras desgrenhadas, que faziam a vida negra à pobre da Gata Borralheira.
Também as vi no casamento, mais compostas,
aperaltadas, embora não conseguissem disfarçar a feiura e a inveja que sentiam por não ocuparem, elas, o lugar ao lado do Príncipe. Umas safadas incorrigíveis. (...)
Poderás encontrar as várias Histórias da Semana no site: http://www.historiadodia.pt/pt/

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Escritor do Mês - Daniel Defoe



Escritor inglês, nascido em 1661.
Filho de um pequeno comerciante, teve uma educação desordenada e viajou muito pela Europa com diversos empreendimentos comerciais, sem qualquer sucesso. Por volta de 1700 estabeleceu-se em Londres e tentou viver como jornalista. Metido em intrigas políticas, trabalhou como espião e foi encarcerado em várias ocasiões por dívidas e por motivos políticos. Em 1704 fundou uma revista, The Review, em que expressa as suas excepcionais qualidades como jornalista. Cerca dos 60 anos retirou-se da vida pública para se dedicar exclusivamente às letras. Homem de modesta cultura, recria nos seus romances, com uma linguagem simples e directa, a sua experiência de vida.
Desde Robinson Crusoe até Moll Flanders, o tema recorrente da sua obra é a luta pela vida, guiada sempre pela fé nas suas próprias forças, o sentido comum e a providência divina.
Daniel Defoe foi um escritor muito prolífico.
Faleceu em Londres em 1731.

Livro do Mês: "Robinson Crusoé"

É a obra mais conhecida da sua vasta produção, com sucesso a nível mundial e editada em 1719. Neste romance, Daniel Defoe narra as vicissitudes do jovem Robinson que, após embarcar contra a vontade dos seus pais, corre diversas aventuras até naufragar e chegar a uma ilha deserta, onde permanece durante vinte e oito anos. O romance simboliza a luta do homem só contra a natureza.
O que explica o êxito deste livro e o seu lugar na galeria das grandes obras, é a impressão de veracidade que se colhe ao longo de toda a narrativa, de modo a que o leitor não consegue convencer-se que está a ler uma obra de ficção.


DIA DA MÃE

Escreve um texto, original e criativo, subordinado ao tema
"A Minha Mãe".
Entrega-o na Bibilioteca até ao dia 2 de Maio.
Depois de seleccionado, será exposto no placard da Biblioteca.
As mais antigas celebrações do Dia da Mãe estão ligadas à comemoração do início da Primavera, na Grécia Antiga, na qual se honrava a Mãe dos Deuses - Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deusas em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os Deuses.
Por seu turno, em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a mãe dos deuses romanos. O dia dedicado a esta deusa foi criado cerca de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo da Quaresma (os 40 dias antes da Páscoa) um dia chamado "O Domingo da Mãe", dedicado a todas as mães inglesas. No Domingo da Mãe, aos trabalhadores era mesmo concedido um dia de folga e estes eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
Dia das Mães no Mundo:
Portugal e África do Sul: 1º Domingo de Maio.
Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, EUA, Finlândia, Itália, Japão,
Turquia e outros: 2º Domingo de Maio.
Argentina: 2º Domingo de Outubro.
Espanha: 8 de Dezembro, dia em que se homenageia a Virgem Maria.
França e Suécia: último Domingo de Maio.
Índia: início de Outubro.
Líbano: 1º dia da Primavera.
Noruega: 2º Domingo de Fevereiro.

História da Semana: "No Tempo dos Mosqueteiros". António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou.

Confidenciava o Joca ao avô:
- Gostava de ter vivido no tempo dos homens das espadas...
Isto dito depois de ambos terem visto um filme daqueles de espadachins de bigodes eriçados, capa ao vento e chapéus emplumados. Fervia a espadeirada por pátios, corredores, salões, escadarias de palácios intermináveis.
A meio dos duelos, gritavam: "À fé de quem sou que vos hei-de trespassar, tratante!" E, enquanto não davam conta dos vilões bandidos, os mosqueteiros decepavam velas, fendiam cadeirões, estilhaçavam jarras, rasgavam cortinados. O Joca saltava da cadeira, entusiasmado. Quem lhe dera ser um deles!

segunda-feira, 31 de março de 2008

História da Semana: "Uma História Verdadeira". António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou.

Poderás encontrar as várias Histórias da Semana no site: http://www.historiadodia.pt/pt/


“Quem conta esta história é o nosso amigo Flávio. "Eu e o Marcelino somos muito amigos. Temos quase a mesma idade, gostamos das mesmas coisas, jogamos sempre pela mesma equipa, conversamos muito. Na aula, desde o primeiro ano que somos companheiros.” (…)